Arte

Street Art Portraits em São Paulo

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Fotógrafo brasileiro Raquel Brust fez uma série de retratos em preto e branco que ela exibida nas ruas de São Paulo, sob uma ponte. À noite, ele dá uma bela renderizado com luz cidade e carros que passam. Sua obra, que ecoa a do JR francês, é descoberto no futuro.

Sem duvidas, artistas como ela trazem vida a nossa vida!

 

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CASA CUBO por Isay Weinfeld – Brasil. São Paulo.

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Em São Paulo, no Brasil, uma casa e um arquiteto.

A Casa Cubo, projetada por Isay Weinfeld vem roubando a cena, e literalmente o chão do mundo inteiro. É uma casa galeria privada e possui uma casa de hóspedes para dois colecionadores de arte.

Localizada no bairro de Jardins, é um edifício de três andares cuja a sala de estar de altura dupla esta no piso térreo e é o maior espaço na casa e por tanto oferece grandes telas que podem exibir paitings, esculturas, e uma seleção de peças de mobiliário de designer.

A escada espiral é feita de pau-ferro brasileiro e é o ponto principal da casa. Outras duas de aço dobrado conectam o primeiro andar que é a biblioteca até um mezanino.  Ambas são suspensas a patir de cima e parecem estar flutuando logo acima do piso.

O mobiliário escolhida para foto é de Alvar Aalto, Pierre Jeanneret, Gio Ponti e Lina Bobardi e neste ambiente grandes portas de vidro correm ao longo de uma borda e integram esse espaço a um terraço, jardim e lagoa do lírio.

Aposentos privados consistem em 3 quartos e uma sala de estar bem iluminada através de uma abertura do chão ao teto. As áreas de garagem e de serviços estão localizados na cave.

Palmas para Isay!

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Henrique Steyer

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O Jovem Henrique Steyer de apenas 30 anos, estudou comunicação, graduou-se em Arquitetura e Urbanismo e fez uma pós-grauação em publicidade e propaganda e Design Estratégico da escola Politécnica em Milão.
Recentemente Steyer apresentou a sua primeira coleção de mobiliário cuja inspiração é uma arquitetura clássica a qual os edifícios eram criados a partir da composição base-corpo-coroamento.
Os Bichos vêm da inspiração animal típica da fauna brasileira e são peças lúdicas que assumem a forma de macacos, onças, capivaras, jacarés e tamanduás. Já as estantes Niño e Niña têm formatos de bonequinhos de papel e vêm e versão masculina e feminina.
Com tudo o resultado de seu trabalho só poderia ser envolvente e único. Vejam um pouco mais…

A SÃO ROMÃO, em exclusividade é hoje representante da linha. Algumas peças já estão na loja. Venham conhecer!

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Ai Wei Wei, um pouco de cultura.

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Ai Wei Wei reverenciado por sua constante controvérsia, realiza em Toronto uma exposição itinerante chamada “Ai Weiwei’s Defiance on Display”.
O artista, ganhou fama internacional em 2008 com a sua colaboração no projeto de Herzog & de Meuron no Estádio Nacional de Pequim, conhecido como Ninho de Pássaro. Algum tempo depois, mesmo com todo o sucesso, Ai Wei Wei pronunciou publicamente que se arrependeu desse projeto pois apoiava o regime dominante da China.
A Galeria de Arte Ontario abriga uma exposição de fotografia e instalações pela primeira vez há quatro anos no Museu de Arte Mori em Tóquio. A exposição acontece agora em agosto e vai ate outubro.

O tema principal é a “investigação cidadão” de Ai em vítimas do terremoto. Interessante saber que nesta exposição Ai e vários voluntários iniciaram a criação de um documento de Excel com a lista de nomes, datas de nascimento, gêneros e graus das crianças de mais de 5.00 escolas que morreram e colocaram de forma ampliada em umas parede da galeria.
O teto Snake, é uma composição sinuosa formada por centenas de mochilas juntas deixadas para trás após o terremoto.
Vale a pena saber um pouco mais sobre Ai Wei Wei, pois um artista que colocou sua vida em jogo para manifestar contra um regime tão forte quanto o da China, merece o nosso reconhecimento.

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JAM por Carlos Santamaría.

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Concluída em 2008, pelo espanhol Ander Marquet Ryan do escritório JAM, a biblioteca toda esculpida no concreto curvo se localiza em San Sebastian no campus da Universidade do País Basco.

Painéis de madeira cercam o pátio isolado e separa o edifício em duas partes de tamanhos diferentes. Muito interessante! O edifício espontaneamente ao seguir a curva natural do lote formou uma lagrima quando observado em planta.

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Rain Room

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“Rain Room” é nome da exposição que foi destaque em Londres, feito por Artistas Aleatórios Nacionais e estará agora no dia 12 de maio no MoMA, em NY. Agora os nova-iorquinos poderão passear por uma chuva torrencial e sentir uma única gota d’agua.
A exposição é uma instalação em larga escala que oferece aos visitantes sensações como controlar a chuva, usando a tecnologia digital. O objetivo é tornar os visitantes a serem os artistas de um palco inesperado criando uma atmosfera de contemplação.
Pense em caminhar de baixo da chuva cercado por um campo magnético invisível e nunca se molhar…sem duvidas é um avanço cientifico aonde a tecnologia e engenhosidade humana expressam uma sensação do meio ambiente.

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Esculturas de madeira espetaculares: A série Cidade por McNabb & Co.

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“Série City” consiste em esculturas de madeiras espetaculares sobre uma visada de uma cidade como se fosse vista de um avião. James se inspirou em paisagens urbanas e escolheu a engrenar seus conhecimentos de carpintaria para esta série de paisagens urbanas. Esculturas altamente detalhadas são feitas de restos de madeira descartada e a cada uma, a arquitetura é única.
Inspirados em Filadélfia designer o artesão James McNabb foi o artista que assinou essa bela obra de arte.

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LOUVRE LENS.

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Você sabia que em 2012 foi um dos maiores desenvolvimentos da França? Um grande Motivo é o Louvre, o Louvre-Lens, que foi inaugurado pelo presidente Françoies Hollande no dia 4 de dezembro.
O projeto é do arquiteto japonês da empresa SANNA. (kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa). O projeto repleto de vidro e luz situado em 50 hectares que antes era um local de ineração de carvão, o museu é composto por cinco edifícios: quatro retangulares e um no centro que reflete a concepção do Louvre de Paris, com suas grandes “asas”.
Localizado no coração de Lens, o museu fica apenas a uma hora de carro de Paris ou 10 minutos viajando de trem rápido, entre Lelli e Arras.
São três galerias principais: A Galeria du Temps, Le Pavillon de Verre e La Galerie d’Exposition Temporaire. A principal ala exibe as obras-primas do Museu do Louvre em Paris durante um período de cinco anos em ordem cronológica e geográfica. Se referem a períodos da Antiguidade, a Idade Média e a Arte Moderna.
Até dia 11 de março houve a exposição do renascimento: Revoluções nas artes da Europa 1400 – 1530.
No total o projeto custou 150 milhões de Euro, e espera atrair uma média de 500 mil visitantes por ano.

Eu quero ir!

Mais informações:

http://www.louvrelens.fr

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Biblioteca Brasiliana: 20 mil m2 de livros e ETEL.

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O empresário José Mindlin era um bibliófilo apaixonado por livros e possuía uma coleção de milhares de livros, nacionais e estrangeiros. Em 2010 quando ele morreu, todo este legado poderia ter ficado esquecido, ou ter sido vendido, mas diante do sonho de José Mindlin, três anos após sua morte o inesperado aconteceu: os livros de autores nacionais da mais importante biblioteca particular brasileira serão disponibilizados ao público a partir do dia 23 de março, em um novo prédio da Cidade Universitária (USP – SP), na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin.

Os 20.950 m² abrigará o Instituto de Estudos Brasileiros e o Sistema Integrado de Bibliotecas de USP. 39 mil títulos em 55 mil volumes avaliados em 100 milhões de reais serão abrigados neste edifício que também terá um arquivo digital.
A ideia de disponibilizar os livros na USP foi do próprio Mindlin e nasceu em 1999. O pedido do empresário era que seu neto arquiteto Rodrigo Mindlin, e Eduardo de Almeira, projetasse a biblioteca. 127 milhões de reais foram investidos e captados pela Lei Rouanet, por doações e pela Reitoria.

Dez peças do portfólio ETEL estarão na biblioteca, seja para sentar, relaxar, ler um bom livro ou estudar. A mesa Maria Antonieta, desenhada por Etel Carmona; o sofá São Conrado e a poltrona Cosme Velho, de Claudia Moreira Salles; a mesa Aranha e o sofá M3; da Branco&Preto; a cadeira 06, de Osvaldo Bratke e a célebre mesa Pétala, a poltrona Verônica e o Banco Vintage, todos criados por Jorge Zalszupin dão ao espaço um ar chique e confortável.

fotos: Ricardo Amado.

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Produtos Etel que estão presentes …

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Poltrona Cosme Velho – Cláudia Moreira Salles para ETEL Interiores.

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Mesa de Centro Maria Antonieta desenhada por ETEL Carmona para coleção ETEL Interiores.

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Mesa Aranha – Coleção Branco & Preto – ETEL.215

Cadeira Osvaldo Bratke.

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Poltrona Veronica – Jorge Zalszupin para ETEL Inteirores.

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Banco Vintage – Jorge Zalszupin coleção ETEL Interiores.

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Mesa Pétala – Jorge Zalszupin em coleção ETEL Interiores.

 


Philippe Starck em Istambul l MAMA SHELTER.

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Istambul, como todos sabem é uma cidade histórica situada entre o Oriente e o Ocidente. Além dos maravilhosos monumentos, pontos turísticos, paisagens, Istambul esta se tornando uma cidade de design. A prova disso são os novos hotéis que estão aparecendo por lá…
Simultaneamente o novo conceito de hotel boutique cada vez mais recorrente, em Istambul é claro não podia faltar. O arquiteto escolhido é Philippe Starck e o nome o hotel é Mama Shelter. O projeto como de costume rouba a cena. Desta vez Stark foi longe: tapetes grafites espalhados e um longo caminho feito de anéis infláveis de natação sobre um teto negro.
Situado no antigo bairro europeu de Beyoglu, o novo hotel esta dando o que falar! Veja quanta criatividade…

Você sabe o que é Kitsh? puro STARK.

1. Kitsch

            Por (SP) em 14-11-2008

O kitsch é um termo de origem alemã (verkitschen) que é usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos e/ou exagerados, que são considerados inferiores à sua cópia existente. São frequentemente associados à predileção do gosto mediano e pela pretensão de, fazendo uso de estereótipos e chavões que não são autênticos, tomar para si valores de uma tradição cultural privilegiada. Eventualmente objetos considerados kitsch são também apelidados de brega no Brasil. A produção Kitsch surge para suprir a demanda de uma classe média em ascensão, que não conseguia entender e aceitar a arte de vanguarda, com suas propostas inovadoras, mas desejava participar do “universo da arte. Esta parte da população não teve a sensibilidade artística educada e, portanto, não desenvolveu o gosto, mas queria parecer culta e apreciadora da arte, porque isto lhe conferia status social.

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Astrup Fearney Museet – Noruega / Oslo.

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Astrup Fearney Museet é um museu de arte contemporânea em Oslo na Noruega Aprojetado por Renzo Piano Building Workshop em colaboração com Narud- Stokke-Wiig.
A configuração deste projeto é muito interessante. Um canal importante da cidade passa pelo meio da estrutura e o revestimento exterior de madeira é tampado com um telhado de vidro duplo curvo em linhas continuas. Visualmente o telhado faz a união entre os três edifícios, e as pontes fazem a ligação entre o interior e o exterior.
As diversas alturas de teto, as colunas de aço e o cabo que oferece o apoio estrutural, é semelhante aos mastros do porto que fica próximo ao local. A interação entre as formas assimétricas e a luz natural do ambiente é filtrada por alturas duplas. A curadoria é do diretor Gunnar B Kvaran e a exposição são focados da seleção de artistas internacionais dos últimos 30 anos: Olafur Eliasson, Jeff Koons, Richard Koons, Richard Cindy Sherman, Matthen Barney, Tom Sachs, Doug Aitken, Cai Guo-Qiang.
Ao todo são 7.000 metros quadrados que além da exposição há também um restaurante hotel. Veja…

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Hugo França.

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Hoje é dia de HUGO FRANÇA.
Nosso artista brasileiro é um gaúcho formado em Engenharia Operacional de Produção pela PUCRS. Hugo vem desde 1980 desenvolvendo técnicas de montagem, logística e transporte das obras que ele assina com a madeira pequi vinagreiro. Também usada pelos índios pataxós para fazer canoas são madeira centenárias totalmente resistentes, que podem ser utilizadas em ambientes externos.
Com todo seu bom gosto o design faz um belíssimo paralelo entre o meio ambiente e arte e com suas peças e por isso ganhou notoriedade internacional.
Hugo na verdade é um grande interpretador das formas da natureza e em sua intervenção artesanal produz peças únicas e exclusivas.
O desejo do design de dar uma segunda chance a este material tão nobre que é a madeira morta pela ação irresponsável do homem é o grande motivo que o leva a produzir tais peças.
Seu grande amor pela madeira o torna uma pessoa consciente a não desperdiçá-la, e reaproveitá-la sempre da melhor forma possível. A sua fabricação acontece a partir da utilização de resíduos florestais de constantes buscas nas matas da região de Trancoso (BA) aonde Hugo já viveu por 15 anos. As raízes, troncos ocos, toras maciças e galhos podem ser utilizados e transformados em objetos únicos.
Muitas dificuldades ocorrem no processo de transporte, pois a matéria-prima é extremamente pesada. Os primeiros cortes precisam ser feitos no local mesmo aonde a árvore é encontrada.
As árvores centenárias é a grande inspiração do artista em criar essas peças reconhecidas e admiradas por todo o mundo. As rachaduras, marcas de queimada, e da ação do tempo são incorporadas a solução final da peça. Segundo Hugo, sua maior intenção é incorporar o convívio desta árvore ao convívio humano harmoniosamente.

A São Romão, com muito orgulho é representante oficial do Atelier Hugo França. Em breve algumas peças estarão na loja, e hoje as fotos abaixo representam o seu trabalho, mas lembramos de que cada peça é ÚNICA. Todas elas vêm com o certificado de autenticidade, o nome do cliente e um termo de restauro.
Além de tudo isso, Hugo é uma pessoa engajada socialmente. Recentemente aceitou o convite de prefeitura de Nova York para produzir o mobiliário urbano na cidade que é vista como ditadora de moda no mundo.

As fotos abaixo é uma seleção de algumas de suas peças na revista Wall Paper fala sobre a exposição na galeria R 20th Century em Nova York.

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.wallpaper.com/design/hugo-fran231a-at-r-20th-century-gallery/5463&prev=/search%3Fq%3Dhugo%2Bfran%25C3%25A7a%2Bna%2Br%2B20th%2Bcentury%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26qscrl%3D1%26rlz%3D1T4WQIB_pt-BRBR519BR525%26biw%3D1366%26bih%3D641&sa=X&ei=jxI1UZiuNIWs9AS1rIHoBg&ved=0CGMQ7gEwCA

e o vídeo sobre seu trabalho….é muito interessante!

http://www.youtube.com/watch?v=Z4L5e7ZzNiY

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Um pouco de arte.

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Em São Paulo acontece agora uma importante mostra do artista chinês Ai Weiwei . Como sempre muito polêmico, atraí a atenção da mídia e das pessoas em geral.
O artista demonstra a importância da imagem para seu trabalho através de fotografias críticas sobre uma visão militar e um “Estudo de Perspectiva” na qual mostra o dedo médio em locais icônicos de poder como, por exemplo, a Praça da Paz Celestial em Pequim, o local do massacre em 1989.
Sua série “Terremoto” uma das mais polêmicas explica a perseguição pelo regime comunista chinês. Sabemos que em 2008 morreram cerca de 69 mil pessoas devido o abalo sísmico de Sichuan, e o governo chinês se recusou a listar os nomes de crianças mortas em escolas com condições precárias.
Weiwei através de uma atitude provocadora hoje é reconhecido como importante artista da arte contemporânea.
Não deixem de conferir! Em São Paulo, no MIS.

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ARTE+DESIGN+OUSADIA+CLASSICO+LONDRES.

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Para sair um pouco do óbvio: Uma residência histórica de Londres.

A mansão de cinco andares é um apartamento e pertence a um grande admirador de arte. O primeiro e segundo andar uma grande escala com tetos elaborados repleto de obras de arte. Seu objetivo era realmente “criar um lar” e não um museu.

O apartamento é lindo, chique completamente irreverente. É preciso criar uma consciência da importância da arte em uma bela arquitetura e decoração. Hoje é tudo muito repetitivo, óbvio, moderninho. Cada gosto tem um lugar….

Fica aqui o que consideramos chique.

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AM Galeria apresenta Nelson Scresci

A AM Galeria de Arte abre as portas do dia 8 a 27 de outubro para apresentar a exposição individual do pintor Nelson Scresci em Belo Horizonte. Abstrato e colorido o artista paulista é também autor da tela “Metamorfose de Excluído”, que faz parte do acervo do Museu de Arte de São Paulo (MASP).

São ao todo 44 pinturas de diferentes tamanhos que segundo o artista é uma reflexão sobre a paisagem urbana e natural, com representação de matas, nuvens prédios e bibliotecas. As telas de “Acordes Cromáticos” fazem referencia às formas dos objetos criados pelo homem em contraposição ao desenho circular da natureza. Mas, o que há em comum entre coisas aparentemente tão dispares como estas? O que une tudo isso enfim?

A resposta a essas perguntas estão ao longo de quase 35 anos de carreira do artista que na realidade é um estudioso da história da arte e é conhecido pela sua paixão em releituras das obras que mais despertaram seu interesse.

As obras de Nelson possuem um dialogo entre si. Cores e combinações sutis se transformam em impalpáveis tonalidades que podem ser percebidas nas mais delicadas camadas. Formado em Artes Plásticas na FAAP em 1982, recebeu no ano seguinte o Prêmio Pirelli-Masp. Desde então participa ativamente do circuito cultural realizando palestras, cursos, artigos e exposições. O seu trabalho integra também ao acervo de importantes museus nacionais e internacionais, além de servir de referência em diversas publicações culturais. Sua produção artística totaliza atualmente cerca de 780 pinturas.

É imperdivel!

 

 

 


IV BIENAL BRASILEIRA DE DESIGN EM Belo Horizonte.

A IV Bienal Brasileira de Design, que acontece do dia 19 de setembro e vai até 31 de outubro em Belo Horizonte no Palácio das Artes, tem como tema principal a “Diversidade Brasileira” e coloca a nossa cidade como sede do design sobre a curadoria geral de Maria Helena Estrada.

A Bienal propõe a interação de vários profissionais ligados a are de Design, e procura também potencializar os meios produtivos a fim de melhorar a competitividade e melhoria da imagem do produto nacional para o mundo.

A diversidade tema será vista como uma vertente que procura uma boa utilização dos recursos natural aliada à produtividade econômica do nosso País. Nesta edição há também um questionamento sobre a estética do design e a inversão deste conceito que aconteceu nos últimos tempos. A ideia de que “a forma segue a função”, por exemplo, é um conceito considerado arraigado, pois os materiais utilizados vão de acordo com sua potencialidade e variam a forma do objeto e não apenas o desejo do seu criador.

A mostra procura receber além de designers e profissionais afins, mas a comunidade em geral estará convidada a tomar conhecimento da importância do design.

 

 


NY, NY

A Gagosian Gallery começou em 1979 em Los Angeles. Em 1985 a empresa chegou a NY na West 23 Street em Manhattan e daí em diante, além de lá em NY mesmo, Beverly Hills, Hong Kong, Genebra, Atenas, Roma, Paris entre outras.

A Galeria é voltada para exposições de arte contemporânea e arte moderna.

Hoje vamos falar sobre a atual exposição que ocupa não apenas o espaço, mas a memória de todos que por ali estiveram.

O Artista Richard Phillips, inaugurou no dia 11 de setembro uma exposição de pinturas de óleo sobre a tela, com quadros que se parecem fotos gigantes, 233,7 x 379,1 centímetros.

Phillips na realidade faz uma crítica intrínseca em seu trabalho. Sua intenção é confundir o gênero e ao mesmo tempo argumentar sobre uma condição desafiadora do significado da arte contemporânea.

O artista embarcou em uma fase que esta ligada a sua visão da vida real dos assuntos. Lindsay Lohan e Sasha Grey foram as protagonistas de seus dois primeiros filmes para o “Commercial Break” projeto de filme em 2011 para bienal de Veneza.

A partir de formas colaborativas de produção, Phillips procura reordenar a relação entre a arte Pop para seus súditos. O retrato é realista, e suas proporções são exuberantes. Tanto pela beleza quanto pelo tamanho. É totalmente impactante.

Atualmente ele tem apoiado a modelo brasileira Adriana Lima a partir de uma produção de uma nova série de pinturas que ocorrem com o plano de fundo de ícones brasileiros tais como a Catedral Niemeyer de Brasília, as calçadas padronizadas de Copa Cabana e as favelas no Rio de Janeiro.

Além de toda a maravilha veja os filmes que estavam expostos lá …

http://www.youtube.com/watch?v=KJaKFnDPIvk

http://vimeo.com/26664808


AM Galeria Horizonte

Em São Paulo e Belo Horizonte, a nossa amiga e curadora  Angela Martins propõe  ao público que aprecia arte a difundir a prática do colecionismo.

A AM Galeria Horizonte reúne obras de artistas que usam linguagens atuais nos mais variados suportes e materiais. Telas a objetos tridimensionais que foram produzidos por artistas consagrados, estão lá. Amílcar de Castro, Leonora Weissmann, Daniel Arantes, Jorge do Santos e Ana Pinheiro são alguns dos nomes reunidos.

A galeria ficou maravilhosa! Perfeita para receber toda a maravilha que esses grandes artistas nos proporcionam!


Café de L’Horloge no Musée d´Orsay em Paris por Irmãos Campana

Os badalados irmãos Fernando e Humberto Campana foram quem desenharam e remodelaram o antigo Café de l’Horloge no quinto andar do Musée d’Orsay.

Com inspiração no mundo vidreiro, os irmãos Campana aplicaram suas características inconfundíveis ao espaço a fim de criar uma nova atmosfera que remetesse à sonho e à água, misturando formas orgânicas e superfícies espelhadas. O grande relógio do museu faz parte da arquitetura do local, já que o café se encontra atrás deste.

Design contemporâneo em diálogo com Art Nouveu em meio à história do lugar.

Mais uma vez o design brasileiro com destaque mundial!


Preservation is Life por Bryan McCormack no Centre Pompidou em Paris

Bryan McCormack criou uma  instalação em forma de túnel que começa na fachada do Centre Pompidou e continua até a escada rolante de seis andares. Composta por bulbos cilíndricos cobertos em vidro no formato de preservativos, ao todo são 80.000 lâmpadas que mudam de cor e criam efeito hipnotizante, essa é a “Preservation is Life”, instalação que passa mensagem de preservação da vida além de angariar fundos.

Além de visual a instalação emite sons de um batimento cardíaco humano para ilustrar o conceito de preservação e o ato de permanecer vivo, á medida em que o visitante sobe as escadas, aumentam os batimentos de forma gradativa.


Obra completa de Maurizio Cattelan no Guggenheim

Toda a obra produzida pelo artista plástico italiano Maurizio Cattelan, desde 1989, encontra-se pendurada no Guggenheim de Nova York. Estão expostas no museu 130 esculturas.

O motivo da exposição, segundo a curadora Nancy Spector, é anunciar o fim da carreira do artista. Mostrar toda a sua obra em um só lugar foi sua maneira de se despedir do mundo da arte. No catálogo da exposição, Nancy define Maurizio como um “poeta trágico dos nossos tempos”. Catellan desempenha a sua função como um brincalhão do mundo, sempre questionador, crítico e bem humorado.

Essa é a primeira exposição que conta com aplicativo para IPhone, se você possui o aparelho, a São Romão recomenda! A exposição “Maurizio Catellan; All” fica no Guggenheim de Nova York até o dia 22 de janeiro.


“Continua” por Erwin Hauer

“Continua” é um trabalho extraordinário do escultor Austríaco Erwin Hauer. Tratam-se de painéis modulares perfurados que resultam em uma obra de arte estilo cobogó para revestir paredes, separar ambientes ou até mesmo servir como adornos para casa. “Continua” retratam perfeitamente o modernismo.

Hoje Erwin Hauer fez uma seleção com 120 belas fotos dos seus trabalhos, todas em preto e branco, uma triste curiosidade é que muitos dos trabalhos retratados no livro foram destruídos ou não estão mais acessíveis.

Algumas das esculturas do artista podem ser encontradas em coleções públicas como as do Museu de Arte do Brooklyn, Chicago Art Institute, Wadsworth Atheneum, Parque de Esculturas Benson entre outros.

Erwin Hauer continua seu trabalho como escultor e é Professor Emérito da Escola de Arte da Universidade de Yale.

"Continua" o livro


O mobiliário escultural do designer Michael Jantzen

A combinação da arte moderna com mobiliário rende bons e criativos resultados que superam as expectativas e nos encantam.

O trabalho do arquiteto e designer americano Michael Jantzen chamou nossa atenção. Este trabalho consiste na junção de centenas de peças de madeira unidas por parafusos. O resultado, são peças mutáveis, de acordo com o ângulo que é observada.

O designer resolveu adaptar sua arte ao mobiliário e criou bases de mesa de centro e de jantar. Seu trabalho é uma mistura de Warren Platner com Isamu Nogushi! A São Romão adorou!

 


Pavilhão nonLin/Lin por Marc Fornes

Desenhado pelo artista Marc Fornes e atualmente situado no FRAC Centre em Orleans, na França, o Pavilhão nonLin/Lin trata-se de um protótipo de uma série de experiências arquitetônicas.

O projeto refere-se a sua própria escala. Segundo o artista, não se trata de um estrutura nem de uma instalação, sua estrutura não depende de cabos camuflados e é resistente à água, é leve porém forte, já que que você pode assentar na obra.

O resultado é uma obra de arte linda, bastante leve e que permite ao observador entrar e ver diferentes percepções.